Onde gastam os reformados europeus o seu dinheiro

8,7% dos gastos dos reformados portugueses destina-se a restaurantes e hotéis

Números do Eurostat – gabinete oficial de estatísticas da União Europeia – divulgados pela Allianz revelam as principais tendências de consumo dos reformados europeus e os resultados são, no mínimo, curiosos. Que país lhe viria imediatamente à cabeça se lhe perguntassem de que nacionalidade são as pessoas que mais bebem depois dos 60 anos? Se pensou Irlanda, cuidado com os estereótipos! Há muito que os irlandeses cederam a coroa aos dinamarqueses, tidos como os seniores europeus que mais bebem. 1,9 pontos percentuais separam a Dinamarca de Portugal neste campo, com os dados a ditarem que apenas 1,4% dos gastos dos portugueses se destina a álcool e tabaco. Restaurantes e hotéis são os principais destinos dos gastos dos cidadãos nacionais seniores.

Para além do álcool e tabaco e dos restaurantes e hotéis, em que mais é que os reformados europeus gastam o seu dinheiro? Numa rápida ronda pela Europa é possível concluir que, contrariamente aos franceses, os letões são os reformados que mais gastam na saúde (9,7% dos gastos), facto que deve ter em conta as diferenças nos sistemas de saúde dos vários países europeus. Preocupados com o seu bem-estar e longevidade, os aposentados alemães são os que menos gastam em tabaco (0,4% dos gastos) e os turcos os mais fumadores (3,4%). E por falar em vícios, os reformados montenegrinos são os que mais despendem em calçado, e os noruegueses, os europeus mais aficionados por carros (8% dos gastos).

Apesar da crise da dívida, os aposentados gregos são os seniores europeus que mais gastam em hotéis, serviços de take away e roupa, apesar de serem a nacionalidade que menos investe em bebidas não alcoólicas. Com um rácio de pobreza per capita de 27, 1%, a Macedónia é o país da europa em que os reformados mais gastam em alimentação (cerca de 42,9% dos gastos), seguido do Montenegro (41,8%). No extremo oposto, como país que menos gasta em géneros alimentícios, aparece o Luxemburgo, tido como o mais rico da europa de acordo com o produto interno bruto per capita expresso em paridade do poder de compra.

Jornais, livros e artigos de papelaria são os principais “luxos” dos reformados Finlandeses, que surgem como os europeus que mais gastam neste tipo de artigos. Já os britânicos preferem investir em atividades de lazer (4,1% dos gastos), sendo a prova viva de que às vezes os estereótipos “encaixam”: não se inibem de despender dinheiro em prol dos seus animais de estimação, de gastar dinheiro em equipamento e artigos de jardinagem, e fanáticos que são com remodelações em casa, são os seniores que mais gastam em mobiliário e manutenção das habitações (8,3% dos gastos).

Divergências à parte, os reformados europeus parecem unânimes numa coisa: recusam-se a gastar – ou pelo menos a admitir que gastam – o dinheiro que tanto lhes custou a amealhar com comportamentos socialmente reprováveis. Substâncias ilícitas não constam, pois, da lista de hábitos de consumo!

 

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