Os jogos da nossa infância

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Hoje, a Allianz quer levar-te ao passado e é por isso que vamos recuperar alguns dos jogos da nossa infância.

Quem é que não se lembra do “1, 2, 3 estátua”? Até cócegas se podia fazer a quem estava em estátua. Ganhava aquele que ficava imóvel durante mais tempo, sendo eleito o novo líder.

O famoso jogo da batata quente era um verdadeiro teste aos nossos nervos de criança. O grupo ficava em círculo, sentado ou em pé e, ao mesmo tempo uma criança ficava fora da roda, de costas ou com os olhos vendados, dizendo: “Batata quente, quente, quente… queimou!”. Quem tivesse a bola na mão no momento do “queimou” tinha que sair da roda. Ganhava quem aguentasse até ao fim sem nunca se queimar.

A cabra cega é outro dos clássicos que muitos recordam até hoje. A criança escolhida para ser a cabra cega tinha os olhos vendados, enquanto os amigos davam as mãos ,formando um círculo em redor dela, e começam um diálogo com a cabra: “Cabra cega de onde vieste?” / “Do moinho de vento.” / “Que trouxeste?” / “Fubá e melado.” / “Dás-nos um pouquinho?” / “Não.” / “Então afasta-te”. Assim que este discurso acaba as crianças afastam-se, num perímetro limitado, e desafiam a cabra cega a encontrá-las a todas.

O último jogo que te deixamos é o do elástico, onde duas crianças o seguram nos tornozelos e cujo objetivo é ir concluindo o maior número de sequências, pré combinadas, possíveis sem falhar.

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